terça-feira, 25 de março de 2008

Quem se atreve a me dizer...

Amanhã eu completo minha segunda semana na terra de Neruda, e algumas coisas já estão bem claras pra mim: 1) se se procura alguma coisa de qualidade, ela é cara; 2) o chileno é desconfiado, por isso joga na defensiva; 3) pra um estrangeiro alugar um quartinho é um saco; 4) há uma valorização do ensino superior no país, principalmente quando o assunto é bolsa de estudos.
Santiago tem em torno de 6 milhões de habitantes, o que representa um pouco mais de 1/3 da população do país que é de 16 milhões de habitantes. Assim sendo, fica difícil de acomodar todas as pessoas numa cidade só, o que faz um apartamento pequeno de um quarto em uma região como a Azenha custar uns $180.000 (setenta mil pesos) que equivale a uns R$ 700. Ah! A moeda é um capítulo a parte, porque ainda faço qualquer negociação com receio pois não tenho noção dos valores aqui. Neste momento, temos R$ 1 = $ 261.
Com tanta gente numa cidade, o transporte tem que ser bom, e nesses primeiros dias me pareceu andar perfeitamente a coisa, pelo menos no eixo central. A cidade tem uma sistema de ônibus integrado, onde se utiliza um cartão de débito, que une 5 linhas de metrô com uma frota de ônibus que vai aos locais mais longínquos. O problema é que na hora do rush, todo mundo quer pegar o trem, assim sendo a municipalidad (prefeitura) decidiu cobrar a mais nas horas de pico, para que as pessoas não se amontoem no metrô.
Para quem sai de um calor tórrido, em que impera a umidade e o suor, Santiago é uma cidade que chega no máximo aos 30 graus. No entanto, em função de seu clima seco, a pele sofre com os efeitos dos raios solares, desta forma o protetor solar é básico.


Nas casas noturnas, o que manda é o reggaeton, apesar de haver locais que toquem salsa e cumbia.
Essas são as minhas primeiras impressões.

Abraço!

segunda-feira, 24 de março de 2008

Caroneando por aí...

Vai uma carona aí?
Este blog é um meio de trazer curiosidades das nossas relações do nosso país e de nossa gente com os países vizinhos. É como um manual de auto-ajuda pra quem tá de passagem na vida. Para "passagem", leia-se "qualquer coisa que esteja de passagem".